Pontaria falhada
Depois de um Inverno em que praticamente não choveu em Portugal, ir a Portugal em Abril/Maio com previsão de muita chuva.
Depois de um Inverno em que praticamente não choveu em Portugal, ir a Portugal em Abril/Maio com previsão de muita chuva.
Posso não me rever no Governo que temos e nas medidas que ele tem tomado, mas é bom saber que os Portugueses têm a possibilidade de escolher quem os governa. Resta esperar que um dia comecem a escolhê-los melhor.
E se eu tentasse regressar a um país onde passei bons tempos?
Já há algum tempo que não escrevo aqui e este ano nem sequer fiz um post para um balanço do ano que passou ou para antevisão do que se iniciou. As razões são simples: o ano que passou foi mau, tal como os anteriores, e as perspetivas para este são otimistas como é habitual, mesmo que eu não tenha razões objetivas para achar que vai ser muito melhor do que os últimos anos. Sem nada de novo a acrescentar, acho que não há qualquer problema que o post de balanço e antevisão seja escrito somente a 10 de Janeiro.
Nunca ceder a chantagens. Nunca!
No outro dia escrevi como ainda ambicionava encontrar o trabalho que me fizesse saltar da cama alegre por mais um dia de trabalho. Hoje, entre acordar e sair da cama, consegui ocupar 2h 48m...
I like my loneliness and the thoughts it brings...
(Aviso prévio: Este post é escrito no pressuposto de que eu sou, modéstia à parte, bem-apessoado. Esta é naturalmente uma opinião que não é partilhada por todos, mas o que importa para este post é que há quem me considere assim)
Os que viram o filme de Spike Lee "25th hour", ou "Última hora" na tradução portuguesa, lembram-se que a história girava à volta de um traficante de droga que era condenado à prisão e que estava preocupado pela forma como os outros detidos iriam reagir perante um homem bonito. Não fazendo parte dos meus ser preso, os meus problemas não têm a ver com possíveis momentos complicados no duche de uma prisão, mas já por diversas vezes senti o que é ser mais novo e bem parecido.
Nos anos em que trabalhei em Lisboa o meu diretor namorava com uma colega, que lhe tinha admitido que tinha tido um "fraquinho" por mim. Confesso que depois disso era engraçado ver a sua reação quando passava por mim, principalmente quando acompnhado por ela.
Há pouco tempo tive outra situação de crise de meia-idade mal resolvida. Numa reunião onde estive por motivos profissionais foi notório que uma das pessoas presentes, um homem na casa dos cinquenta e que estava obviamente habituado a ter a atenção das mulheres, não gostou que outro (eu) tivesse alguma dessa atenção. Confesso que foi sem surpresa que soube que ele sugeriu que talvez não fosse necessário que eu estivesse na próxima reunião.
Quando faltam 33 horas para terminar o mês de Novembro, penso se não devo processar por expectativas frustradas o tal indiano que disse que este ia ser um mês de sorte para mim.